quinta-feira, dezembro 1, 2022
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UTIs e enfermarias particulares para a Covid-19 em Sergipe estão saturadas


Na rede pública, o Hospital de Urgência de Sergipe e o Hospital Universitário de Lagarto também chegaram a 100%. UTI exclusiva Covid em Sergipe
ASN/SE/Divulgação/Arquivo
Enfermarias e unidades de terapia intensiva (UTIs) particulares de Sergipe para pacientes com a Covid-19 estão saturadas, de acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES). A primeira atingiu os 100% e a segunda chegou aos 123,1%. Dos seis hospitais com leitos de UTI particulares, apenas dois não chegaram ao limite.
Para continuar recebendo os pacientes, a SES explicou que a rede particular está abrindo leitos de contingenciamento, que são temporários e criados em situações de crise.
Já a rede pública está com ocupação de 64,1% de enfermarias e 68,7% de UTIs. O Hospital de Urgência de Sergipe e o Hospital Universitário de Lagarto também atingiram o limite.
Ao todo, Sergipe tem, entre privados e públicos, 462 leitos de enfermaria e 265 de unidades de terapia intensiva adultos e neonatais. A média de ocupação total de leitos é, respectivamente, 82,05%, e 68,6%.
Em Sergipe, 554 pessoas foram vítimas da Covid-19 e mais de 21 mil, diagnosticadas com o novo coronavírus. Destas, 569 estão internadas, sendo 341 em enfermarias e 228 em UTIs.
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O alto índice fez com que a retomada gradativa da economia fosse adiada da quarta (24) para a segunda-feira (29). O estado também vem apresentando baixas taxas de isolamento social e já chegou a ser considerada a 3ª pior do país. Nessa quinta-feira (23), o índice foi de 38,3%, igual à média nacional.
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Há cerca de um mês, a ocupação da rede privada vem superando a da pública. Porém, no dia 24 de maio, em Aracaju, pai e filha, de 91 e 66 anos, ficaram mais de seis horas dentro de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) aguardando leitos públicos. Sem vagas na capital, que estava com lotação máxima naquele dia, foram transferidos para o município de Estância, a cerca de 70 km de distância. Ambos morreram oito dias depois.
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