sexta-feira, dezembro 2, 2022
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Torneio de robótica do Sesi visa buscar soluções de combate à Covid-19; saiba como participar


Competição para alunos das redes pública e privada tem como objetivo achar medidas que minimizem impactos da pandemia na vida dos brasileiros. Torneio de robótica do Sesi visa buscar soluções de combate à Covid-19
Lillian Suwanrumpha/AFP
Com o objetivo de achar medidas que minimizem impactos da pandemia na vida dos brasileiros, o Serviço Social da Indústria (Sesi) lança um torneio de robótica para estudantes das redes pública e particular. A competição será realizada à distância, por causa do isolamento social.
Para participar, os alunos devem montar equipes com quatro a dez estudantes, com idades entre 9 e 18 anos, além de um técnico maior de 18 anos.
As inscrições para o Desafio Sesi de Robótica Covid-1 ficarão abertas de até 30 de junho e deverão ser feitas pelo técnico da equipe na página do torneio.
Na primeira fase, os estudantes devem apresentar a proposta de projeto e de um vídeo (no máximo, dois minutos). Para a segunda etapa, serão selecionadas 30 propostas das equipes, onde é preciso detalhar o projeto, que será avaliada com relação à pesquisa, criatividade e inovação, além de empreendedorismo e impacto social.
No total, sete equipes serão premiadas, com medalhas individuais por etudante e um troféu por equipe. O torneio também vai contar com premiações exclusivas para as categorias Melhor Projeto de Pesquisa; Melhor Projeto em Criatividade e Inovação; Melhor Proposta de Empreendedorismo e, também, de Impacto Social. Cada equipe selecionada só poderá ser premiada em uma categoria.
Além disso, as três primeiras equipes colocadas vão ser convidadas a expor os projetos em um stand exclusivo, durante o próximo Festival Sesi de Robótica, que está previsto para ocorrer em março de 2021.
“Todos estamos vivendo impactos da pandemia que vão além da saúde, como impactos sociais e econômicos. Desafiar os jovens a pensarem e criarem soluções das mais diversas e que poderão ser implementadas para mitigar esses impactos é dar significado ao currículo da educação básica, que é mais do que acadêmico, é conectado com a vida”, afirma a gerente de Educação e Cultura do Sesi-BA, Cléssia Lobo.
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