quinta-feira, dezembro 1, 2022
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7 em cada 10 consumidores estão endividados em Fortaleza

A inadimplência caiu, segundo a pesquisa. A proporção de consumidores que não conseguiu pagar uma dívida em um prazo de 90 dias passou de 14,6% em maio deste ano para 13,9% em junho O endividamento em Fortaleza ficou estável em junho na comparação com maio. De acordo com a Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza divulgada nesta segunda-feira (29) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio-CE), a parcela de consumidores com algum tipo de dívida ficou em 74,7% este mês, assim como foi observado em maio deste ano.
Os homens apresentam índices de endividamento mais elevados (77,5%). Isso também é observado entre as pessoas com faixa etária de 25 a 34 anos (83,6%), com escolaridade de nível fundamental (78,7%) e com nível de renda menor que cinco salários mínimos (77,3%).
Já a inadimplência caiu. A proporção de consumidores que não conseguiu pagar uma dívida em um prazo de 90 dias passou de 14,6% em maio deste ano para 13,9% em junho. A inadimplência também é maior entre os consumidores com renda familiar menor que cinco salários mínimos, predomínio do sexo masculino, com faixa etária entre 25 a 34 anos e nível de educação fundamental. O principal motivo das dívidas em atraso é a inexistência de controle de rendimentos /gastos.
Comprometimento da renda
O comprometimento da renda familiar é o maior dos últimos 13 meses. De acordo com o levantamento da Fecomércio-CE, chegou a 41,9% – alta de 1,7 ponto percentual na comparação com o resultado de maio deste ano.
Os itens de alimentação lideram as compras no crédito a prazo (53,4%). Em seguida, aparecem as despesas com educação (32,3%) e os tratamentos de saúde (25,6%). Os produtos de vestuário aparecem na quarta posição, com 23%. O cartão de crédito foi a principal ferramenta utilizada nessas compras (80,3%).
Conforme o levantamento da Fecomércio-CE, 19,5% dos entrevistados afirmaram possuir dívidas de R$ 1.501 a R$ 2.000. Outros 18,8% possuem dívidas de mais de R$ 5.000

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